Arquitetura precisa ser aliada na construção de lares

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Escritório G’S Arquitetura e Interiores reflete sobre o papel das casas no contexto da pandemia

 

Para além das tendências, um lar precisa ser o refúgio do mundo, o conforto dos dias pesados. A arquitetura e o design de interiores precisam ser aliados nessa narrativa, acredita o escritório G’S Arquitetura e Interiores. Principalmente durante e após a pandemia, pelo novo significado que casas e apartamentos ganharam a partir de então.

O escritório, criado no ano de 2008 em Caxias do Sul, é formado por Gabriela Meletti, Grasiele Forini e Geyson Marin. A primeira é arquiteta e urbanista graduada pela Unisinos em 2005 e desenvolve trabalhos nas áreas residencial e comercial. A segunda fez a graduação na UCS e tem foco em projetos e acompanhamento de execuções. O terceiro é formado também pela UCS, tem MBA em Gestão Empresarial e atua no acompanhamento de execuções e regularização de fachadas.

Na visão dos profissionais, que respondem em conjunto, o processo de transformar imóveis em lares se alterou sensivelmente após a pandemia de coronavírus, quando casas e apartamentos ganharam ainda mais importância na vida das pessoas. “Tornou-se necessário criar espaços pensados mais para o conforto da família, espaços multiuso, trabalho e lazer para que as pessoas passem mais tempo seguros em suas casas. Sempre pensamos que muito além da tendência ou o que mais está se usando em decoração, a pessoa deve pensar no seu bem estar e no que ela gosta para ter em sua casa. Espaços confortáveis e que refletem a rotina da família, que sejam práticos e que as pessoas se enxerguem.”

Nesse processo, a presença do arquiteto se torna fundamental para que a ideia do projeto se torne de fato o lar aconchegante no qual se gostará de estar todos os dias. “Deve-se escolher o profissional que tenha um estilo de projeto que se encaixa, traga boas referências e tenha sintonia com o cliente, já que passarão por alguns meses ou até anos trabalhando juntos. O arquiteto é aliado na hora de projetar os espaços, principalmente quando o cômodo é pequeno pois pensamos na funcionalidade que o desenho do mobiliário pode proporcionar nesses casos”, comentam, frisando que, após a escolha, o passo deve ser elencar os aspectos da rotina e da funcionalidade adequados para o espaço e o conforto - entender o que a casa representa no dia a dia.

Por fim, os arquitetos explicam que para chegar ao resultado esperado, e o cliente poder sentar no sofá, olhar em volta e se enxergar na casa, é preciso entender o tempo que o tempo leva. “Em primeiro lugar procurar com antecedência o profissional que irá realizar o projeto para que tudo seja planejado em termos de desenho, escopo e orçamento, além de contratar com antecedência os profissionais que irão realizar a reforma. Organizar sua rotina para que a reforma interfira o mínimo possível no dia a dia. E ter sempre em mente que o resultado final irá melhorar a condição da sua casa e para isso precisamos desse tempo.”